
A Associação Espanhola de Parques e Jardins Públicos (AEPJP) realizará a apresentação da Base de Dados Espanhola de Colapso de árvores (BDECA) , no âmbito da jornada técnica "Avaliação de risco de floresta", que se realizará em Leão o próximo dia 5 de março.
Essa base de dados servirá para a coleta de informações sobre as falhas em árvores em Espanha, com o fim de avaliar os tipos de colapso, realizar estudos técnicos e disseminar a análise e os padrões de falha por espécies para a sua futura utilização na gestão da floresta.
O fio condutor da jornada técnica "Avaliação de risco de floresta", que se realizará em Leão o próximo dia 5 de março, será a apresentação da BDECA. A criação desta ferramenta surge da falta de informação sobre a susceptibilidade ao ruído de muitas espécies arbóreas, bem como a importância dos defeitos estruturais específicos ou, entre outras coisas, a influência das variáveis meteorológicas que podem se relacionar com os colapsos.
Em Espanhal, a falta de informação sobre os colapsos das espécies mais comumente utilizadas em nossas cidades limita o desenvolvimento de estudos, diagnósticos precisos e certeiros. A solução que se propõe, através da BDECA é a de coletar informações sobre os bugs em árvores em Espanha, de forma que se construa uma base de dados de todos e para todos, que será gerada por aqueles profissionais interessados, além de partilhada a nível geral, à medida que se vão obtendo dados significativos.
O principal ativo para o sucesso da BDECA, é a participação de colaboradores do setor de manejo de árvores: técnicos municipais, empresas de arboricultura, profissionais, científicos, técnicos, etc., A BDECA opera da seguinte forma: As pessoas interessadas receberão um curso básico com o objetivo de homogeneizar os critérios de identificação das variáveis e de preencher a ficha. À medida que se vá recolhendo informação e alimentando a base de dados, será processado e analisar estas informações, de forma que se prepararão relatórios que serão dispostos os usuários.
É uma ferramenta que ajudará a avaliar os tipos de colapso, realizar estudos técnicos e disseminar a análise e os padrões de falha por espécies para a sua futura utilização na gestão da floresta.